Uma questão de direito, com honorários de êxito. Era tudo ou nada. A primeira aposta foi o Auxílio-Moradia — tese já consolidada no STJ, mas ainda não consolidada nos Juizados Especiais. Era o nosso ponto de entrada para massificar com responsabilidade.
Das primeiras 100 sentenças de Auxílio-Moradia, perdemos 70. Foi nesse contexto de risco de concentração que abrimos as áreas Previdenciária e Trabalhista. Mais recentemente, com o progresso da IA e uma visão de longo prazo, instituímos o Empresarial — porque acreditamos em serviços complexos e artesanais.
Em quatro anos e meio de existência, construímos uma carteira de mais de 6 mil processos cadastrados — uma média que reflete o ritmo constante e o volume real da operação.
Cobertura nacional, distribuição adequada. Nossa carteira atende produtos com perfis distintos — e cada perfil exige um modelo operacional próprio.
Produtos próprios, alta escala, custo unitário menor. Equipe enxuta opera o volume — a tese é o ativo, e a operação é industrial.
Caso a caso. Equipe maior, atuação consultiva, baixa escalabilidade. Aqui o cliente compra repertório e atenção dedicada — não tese pronta.
A FG é regida pela meritocracia — e a régua é alta. O sócio participa da construção do escritório e dá espaço para que cada líder cresça.
Lucas e Ana Rigoni começaram como estagiários. Hoje Lucas é diretor e coordenador, e Ana Rigoni é coordenadora.
Encontros para alinhar processos internos, teses e desenvolver projetos.
Cada liderança desenvolve a sua própria equipe, com governança próxima do sócio e decisão operacional descentralizada.
Funcionamos como um laboratório — investimos pesadamente em softwares, capacitação, cursos e consultorias para manter o time sempre à frente.
A FG já opera três frentes tecnológicas internas — desenhadas pelo próprio time que opera os processos. Cada uma resolve uma dor real do dia a dia, e juntas formam a espinha dorsal da nossa operação.
Dashboard de monitoramento DJEN — controle estratégico de publicações com classificação inteligente e cruzamento com dados oficiais.
Produção em escala de peças padronizadas, com fluxo automatizado e revisão humana — velocidade sem comprometer qualidade.
Monitoramento e auditoria automática de prazos fatais — uma camada de segurança independente que verifica o que a operação produziu.
Sistema desenhado e construído internamente vibe coding com claude code. Três fontes redundantes alimentam dois passes de LLM e produzem prazos auditáveis com pareceres prontos no dashboard.